Sentir-se exausta por acordar às 2h, 3h ou 4h da manhã é uma queixa muito comum na transição da menopausa. Entender por que isso acontece é o primeiro passo para dormir melhor —sem promessas milagrosas, mas com estratégias práticas que funcionam. O que muda no corpo e no cérebro durante a menopausa 1) Queda de estrogênio e progesterona Estrogênio ajuda a regular a temperatura corporal, o humor e a qualidade do sono. Sua queda aumenta a instabilidade térmica e a sensibilidade a despertares. Progesterona tem ação levemente sedativa (via GABA). Níveis mais baixos reduzem aquela “sonolência boa” da noite. 2) Ondas de calor e suores noturnos Variações bruscas de temperatura interna acionam microdespertares. Mesmo quando você “não lembra” da onda de calor, pequenas mudanças térmicas já são suficientes para te acordar. 3) Relógio biológico, melatonina e cortisol A melatonina tende a cair com a idade e a curva do cortisol pode ficar mais irregular. Resultado? Sono mais...
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